Cyber Conhecimento
Introdução
Podemos fazer uma breve consideração sobre o que é uma Cybercultura. Segundo Levy, Pierre pode afirmar que o conhecimento de uma cultura cibernética é totalmente voltado para um conjunto de redes que formalizadas em computadores de uma comunicação. Levi destaca que a sociedade em rede é um marco inicial para os fatos ocorridos entre um pólo e outro.
Conceitos
Outros autores constam em seus artigos uma dinâmica diferente sobre o conhecimento de uma sociedade em cultura cibernética. A este fenômeno Castells (1999) “denomina “sociedade em rede”, que tem como lastro revolucionário a apropriação da Internet com seus usos e aspectos incorporados pelo sistema capitalista”. Castells e Levy tem uma dinâmica diferente sobre o que é essa cultura. Castells é um marxista e Levi é um antropólogo. Os dois usam a sociedade como pano de fundo em seus relatos acadêmicos.
Por que a sociedade não vive mais sem esses princípios de conhecimento cibernéticos? Podemos fazer consideração unilaterais, autenticar certos processos culturais, como um jovem usando o seu computador, ou uma criança usando um tablet com jogos de ensino ou coisas a mais. O que mais a gente pode afirmar é que hoje não vivemos sem os aparelhos computadorizados.
Pierre Levy preocupou-se em analisar e explicar as interações entre internet e sociedade, por isso desenvolveu um conceito de rede, juntamente com um amigo chamado Michel Authier, esta obra é conhecida como “Arbres de connaissances” (Árvores do Conhecimento).
Lévy pesquisa
também a inteligência coletiva pois foca em um contexto antropológico sendo um
dos principais filósofos da mídia na atualidade, tornando-se também um dos
maiores estudiosos sobre a Internet.
Em sua obra “ÁRVORE DO CONHECIMENTO”, ele destaca o
conjunto de conhecimentos da coletividade, pois na sua maneira de pensar a
árvore é de fato, um mundo virtual tendo como base o conjunto de conhecimento,
e em como compartilhá-los. O livro se divide em apenas três partes, e cada qual
relata algo de suma importância, sendo a primeira Fábula, a segunda Sistema e a
terceira Questões. Na primeira parte ele
elabora histórias nas quais as ideias
das Árvores do conhecimento realizaria, para ele estas árvores se fortalece a
partir de patentes, tendo como conceito os saberes elementares de cada
indivíduo. Ele interpreta estes saberes como: saber cozinhar, contar histórias,
cuidar de crianças e costurar. Desta
maneira, o indivíduo é valorizado por aquilo que ele sabe, pelas suas
qualidades, e não por aquilo que ele não sabe ser e fazer. O conjunto das
patentes inserido na Árvore de Conhecimento forma um brasão, que é a sua
identidade cognitiva.
A real intenção do projeto, é fazer com que fique notório
o espaço dos saberes em uma comunidade e no mesmo espaço a identidade de cada
pessoa. A criação de uma árvore em meio a um grupo possibilita que o coletivo
humano, organize-se determinadamente em
uma comunidade de saber, que por sua vez, é a Árvore de Conhecimento, nascida a
partir de princípios de auto-organização, de democracia e de livre troca de
saberes entre indivíduos. Segundo Pierre Levy, as Árvores de
Conhecimento são a melhor maneira de perceber e analisar os grupos humanos. Sendo
portanto, uma maneira nova de considerar o funcionamento da sociedade, não mais
relacionado ao poder, mas ao conhecimento, diálogo e aprendizado.
Bibliografia
Nomes: Paulo Henrique / Maria Aparecida / Osvaldo Henrique Portiolli / Vânia Patrícia
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